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[FLS5826-21] Teorias Antropológicas Modernas

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sessão 1 - 30/09 GOW, P. “Helpless: the affective preconditions of Piro social life”. J.Overing & A.Passes (eds). The Anthropology of Love and Anger: the Aesthetics of Conviviality in Native Amazonia. London: Routledge, 2000 pp. 46-63. MADI DIAS, D. "Entre a infância e o sonho: pedagogia Guna da autonomia". Horizontes Antropológicos v. 24 n. 51 pp.315-338, 2018. COSTA, L. "Alimentação e comensalidade entre os Kanamari da Amazônia Ocidental". Mana v. 19 n. 3 pp. 473–504, 2013. MAIZZA, F. "Sobre as crianças-planta: o cuidar e o seduzir no parentesco Jarawara". Mana v. 20 n. 3 pp. 491-518, 2014 Leitura complementar MACIEL, L. Siuatamatik, ou ser como mulher: afeto, gênero e sexualidade nahua na producao do corpo kuilot. Dissertação de mestrado, UNICAMP, 2018. ALLARD, O. Morality and emotion in the dynamics of an Amerindian society (Warao, Venezuela). PhD dissertation, University of Cambridge, 2010.
sessão 2 - 07/10 MACIEL, L. "O cuidado das comadres: gênero e semelhança num contexto nahua". Wamon v. 5 n. 1 pp. 63-73, 2020. MACIEL, L. Siuatamatik, ou ser como mulher: afeto, gênero e sexualidade nahua na producao do corpo kuilot. Dissertação de mestrado, UNICAMP, 2018. (Capítulo: "Vida de clube e amizade kuilot" 152-166). CORNEJO, G. “Por uma pedagogia queer da amizade”. Áskesis v. 4 n. 1 pp. 130-142, 2015. MADI DIAS, D. “O parentesco transviado, exemplo Guna (Panamá)”. Sexualidad, Salud y Sociedad n. 29 pp. 25-51, 2018. WESTON, K. “Exiles from kinship” pp. 21-42; “Friends and lovers” pp. 117-121; “From friendship to community” pp. 122-128. Families We Choose: Lesbians, Gays, Kinship. New York: Columbia University Press, 1991. Leitura complementar WEEKS, J et al. “The friendship ethic”. Same sex intimacies: Families of choice and other life experiments. London / New York: Routledge, 2001. FOUCAULT, M. “De l’amitié comme mode de vie”. Gai Pied n. 25 pp. 38-39, 1981. http://1libertaire.free.fr/MFoucault174.html
Sessões 10 e 11 – 9 e 16/12 TSING, Anna Lowenhaupt. Viver nas ruínas: paisagens multiespécies no Antropoceno. Brasília: IEB Mil Folhas, 2019. Apresentação dos editoras. Prefácio. Interlúdio- Contaminação. Cap. 1 “Dançando na floresta de cogumelos; 2 “Arte da inclusão, ou como amar um cogumelo”; Cap. 3 “Strathern além dos humanos: testemunhos de um esporo”; Interdlúdo- Ocupe as ruínas. Cap. 4 “Em meio à perturbação: simbiose, coordenação, história e paisagem.”; Cap. 5 “Socialidade mais que humana: um chamado para a descrição crítica; Cap. 6 “Quando as coisas que estudamos respondem entre si: Ferramentas para desempacota o “material”; Cap. 8 “Terra perseguida pelo homem”. HARAWAY, Donna. “Antropoceno, Capitaloceno, Plantationoceno, Chthuluceno: fazendo parentes.” ClimaCom Cultura Científica - pesquisa, jornalismo e arte Ι Ano 3 - N. 5 / Abril de 2016. HORNBORG, Alf Dithering while the planet burns: Anthropologists’ approaches to the Anthropocene. Reviews in Anthropology, 46:2-3, 61-77, 2017,
sessão 3 - 14/10 BUTLER, J. “Gender is burning: questions of appropriation and subversion” pp. 121-140. Bodies that matter: On the Discursive Limits of "sex". New York: Routledge, 1993. MAHMOOD, S. "Teoria feminista, agência e sujeito liberatório: algumas reflexões sobre o revivalismo islâmico no Egito". etnográfica vol. 23 (1), 2019. PRECIADO, P. Testo Junkie. Sexo, drogas e biopolítica na era farmacopornográfica. São Paulo: N-1 Edições, 2018. PISCITELLI, Adriana. "Economias sexuais, amor e tráfico de pessoas – novas questões conceituais". Cadernos Pagu n. 47, 2016 Leitura complementar FOUCAULT, M. O corpo utópico, as heterotopias. São Paulo: N-1 Edições, 2013. BAILEY, M. "Gender/Racial Realness: Theorizing the Gender System in Ballroom Culture". Feminist Studies v. 37 n. 2, 2011.
Sessão 4 – 21/10 Categorias em articulação, interseccionalidades, feminismos negros, pós-coloniais e decolonais (1) MOUTINHO, Laura. Diferenças e desigualdades negociadas: raça, sexualidade e gênero em produções acadêmicas recentes. Cad. Pagu [online]. 2014, n.42. McCLINTOCK, Anne. Couro Imperial: raça, gênero e sexualidade no embate colonial. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2010. Introdução: Pós-colonialismo e o anjo do progresso. Capítulo 1, “A situação da terra: genealogias do imperialismo”. COLLINS, Patricia Hill. Pensamento feminista negro: conhecimento, consciência e a política do empoderamento. Prefácios, Caps. 1, 2, 5. ANZALDÚA, Gloria. “La conciencia de la mestiza/ Rumo a uma nova consciencia.” Revista Estudos Feministas 13.3 (2005), p. 704-719. GONZALEZ, Lélia. Racismo e sexismo na cultura brasileira. Revista Ciências Sociais Hoje, p. 223-44, 1984. Leitura complementar PISCITELLI Adriana: Interseccionalidades, categorias de articulação e experiências de migrantes brasileiras, Sociedade e Cultura, v.11, n.2, jul/dez. 2008. p. 263 a 27 RIOS, Flavia, & SOTERO, Edilsa. (2019). Apresentação: Gênero em perspectiva interseccional. Plural, 26(1), 1-10. http://www.revistas.usp.br/plural/article/view/159740/154392
21/10 Interpelações e descentramentos: Interseccionalidades, feminismos decoloniais, conhecimentos situados - Sessão 4 Sessão 4 – 21/10 Categorias em articulação, interseccionalidades, feminismos negros, pós-coloniais e decolonais (1) MOUTINHO, Laura. Diferenças e desigualdades negociadas: raça, sexualidade e gênero em produções acadêmicas recentes. Cad. Pagu [online]. 2014, n.42. McCLINTOCK, Anne. Couro Imperial: raça, gênero e sexualidade no embate colonial. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2010. Introdução: Pós-colonialismo e o anjo do progresso. Capítulo 1, “A situação da terra: genealogias do imperialismo”. COLLINS, Patricia Hill. Pensamento feminista negro: conhecimento, consciência e a política do empoderamento. Prefácios, Caps. 1, 2, 5. ANZALDÚA, Gloria. “La conciencia de la mestiza/ Rumo a uma nova consciencia.” Revista Estudos Feministas 13.3 (2005), p. 704-719. GONZALEZ, Lélia. Racismo e sexismo na cultura brasileira. Revista Ciências Sociais Hoje, p. 223-44, 1984. Leitura complementar PISCITELLI Adriana: Interseccionalidades, categorias de articulação e experiências de migrantes brasileiras, Sociedade e Cultura, v.11, n.2, jul/dez. 2008. p. 263 a 27 RIOS, Flavia, & SOTERO, Edilsa. (2019). Apresentação: Gênero em perspectiva interseccional. Plural, 26(1), 1-10. http://www.revistas.usp.br/plural/article/view/159740/154392
sessão 5 – 28/10 Categorias em articulação, interseccionalidades, feminismos negros, pós-coloniais e decolonais (2) LUGONES, María. Colonialidad y género. Tabula Rasa, núm. 9, julio-diciembre, 2008, pp. 73-101, Universidad Colegio Mayor de Cundinamarca, Bogotá, Colombia (Tradução em português: “Colonialidade e gênero”. In: HOLLANDA, Heloisa B. (org.). Pensamento feminista hoje: perspectivas decoloniais GONZALEZ, Lélia. "A categoria político-cultural de amefricanidade." Tempo Brasileiro 92/93 (1988): 69-82. NASCIMENTO, Beatriz. “A mulher negra e o amor”; “A mulher negra no mercado de trabalho” In: HOLLANDA, Heloísa Buarque de (Org). Pensamento Feminista Brasileiro: formação e contexto. São Paulo: Bazar do tempo, 2019. p. 259 - 270 MATEBENI, Zethu. Perspectivas do Sul sobre relações de gênero e sexualidades: uma intervenção queer. In: Revista de Antropologia. Vol.60(3) pp. 26- 44, 2017. http://www.revistas.usp.br/ra/issue/view/10362 HIGA, Laís; LEE, Caroline & SHIMABUKU, Gabriela. “Feminismo asiático”. In: Explosão Feminista, org. Heloísa Buarque de Hollanda. São Paulo, 2018. Companhia das Letras. Complementares: BAIRROS, Luiza. “Nossos Feminismos revisitados”, Revista Estudos Feministas. Ano 3, nº 2, pp. 458-463, 1995. * CARNEIRO, Sueli. “Enegrecer o feminismo: a situação da mulher negra na América Latina a partir de uma perspectiva de gênero.” https://www.geledes.org.br/enegrecer-o-feminismo-situacao-da-mulher-negra-na-america-latina-partir-de-uma-perspectiva-de-genero/ CARNEIRO, Sueli. “ Mulheres em movimento”. Estudos Avançados, 17 (9), 2003, pp. 117-132
sessão 5 – 28/10 Categorias em articulação, interseccionalidades, feminismos negros, pós-coloniais e decolonais (2) LUGONES, María. Colonialidad y género. Tabula Rasa, núm. 9, julio-diciembre, 2008, pp. 73-101, Universidad Colegio Mayor de Cundinamarca, Bogotá, Colombia (Tradução em português: “Colonialidade e gênero”. In: HOLLANDA, Heloisa B. (org.). Pensamento feminista hoje: perspectivas decoloniais GONZALEZ, Lélia. "A categoria político-cultural de amefricanidade." Tempo Brasileiro 92/93 (1988): 69-82. NASCIMENTO, Beatriz. “A mulher negra e o amor”; “A mulher negra no mercado de trabalho” In: HOLLANDA, Heloísa Buarque de (Org). Pensamento Feminista Brasileiro: formação e contexto. São Paulo: Bazar do tempo, 2019. p. 259 - 270 MATEBENI, Zethu. Perspectivas do Sul sobre relações de gênero e sexualidades: uma intervenção queer. In: Revista de Antropologia. Vol.60(3) pp. 26- 44, 2017. http://www.revistas.usp.br/ra/issue/view/10362 HIGA, Laís; LEE, Caroline & SHIMABUKU, Gabriela. “Feminismo asiático”. In: Explosão Feminista, org. Heloísa Buarque de Hollanda. São Paulo, 2018. Companhia das Letras. Complementares: BAIRROS, Luiza. “Nossos Feminismos revisitados”, Revista Estudos Feministas. Ano 3, nº 2, pp. 458-463, 1995. * CARNEIRO, Sueli. “Enegrecer o feminismo: a situação da mulher negra na América Latina a partir de uma perspectiva de gênero.” https://www.geledes.org.br/enegrecer-o-feminismo-situacao-da-mulher-negra-na-america-latina-partir-de-uma-perspectiva-de-genero/ CARNEIRO, Sueli. “ Mulheres em movimento”. Estudos Avançados, 17 (9), 2003, pp. 117-132
Sessões 7 e 8 - 18 e 25/11 DAS, Veena. Vida e palavras: a violência e sua descida ao ordinário. São Paulo: Editora da Unifesp, 2020 [Especialmente: prefácio, Caps.1,”O evento e o cotidiano”; 2, “A figura da mulher raptada: o cidadão sexuado”; 3. “Linguagem e corpo: transações na construção da dor; 4. “O ato de testemunhar: violência, gênero e subjetividade”; 5 “Fronteiras, violência e o trabalho do tempo”; 10. “Três retratos de dor e luto”; 11. Revisitando o trauma, o testemunho e a comunidade política Entrevista com Veena Das - https://revistas.ufrj.br/index.php/dilemas/article/view/7331
Sessão 6 – 11/11 PEREIRA, Luena N. N. “Alteridade e raça entre África e Brasil: branquidade e descentramentos nas ciências sociais brasileiras”. Revista de Antropologia. v. 63 n. 2: e170727, 2020. NASCIMENTO, Silvana. “O corpo da antropóloga e os desafios da experiência próxima”. Revista de Antropologia, v. 62 n. 2: 459-484, 2019 HURSTON, Zora Neale. O que os editores brancos não publicarão (Tradução) / Zora Hurston e as luzes negras das Ciências Sociais (Texto de apresentação - Messias Basques) http://www.revistas.unilab.edu.br/index.php/Antropologia/article/view/288/141 OLIVEIRA, João Pacheco, “Os antropólogos indígenas: dilemas e perspectivas”; BANIWA, Gersem, “Indígenas antropólogos: entre a ciência e as cosmopolíticas ameríndias”; BENITES, Tonico. “Trajetória e atuação de um antropólogo indígena”. In RIAL, C; SCHWADE, E. (org.) Diálogos antropológicos contemporâneos. Rio de Janeiro: ABA 2016. Caps 3, 4, 5; DAL BÓ, Talita Lazarin. A presença de estudantes indígenas nas universidades: entre ações afirmativas e composições de modos de conhecer. Tese de Doutorado, PPGAS-FFLCH-USP, 2018. Introdução, Parte II, Considerações Finais. Leitura complementar PEIRANO, Mariza. “Antropologia no Brasil (alteridade contextualizada)”. In: MICELI, Sergio (org.). O que ler na ciência social brasileira (1970-1995). Antropologia (volume I). São Paulo: Sumaré, pp. 225-266, 1999. FONSECA, Claudia. 2002. “Antropologia e cidadania em múltiplos planos”. Debates. NACI: Núcleo de Antropologia e Cidadania. Disponível em: https://www.ufrgs.br/ppgas/nucleos/naci/documentos/humanas_fonseca.pdf
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