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Modelos de ensino: das concepções docentes às práticas

por Claudia Helena Diógenes Yazlle

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Sobre a aula

Resgatar norteadores da formação docente, além de modelos de ensino. Evidenciar os conflitos que tais modelos implicam na educação de pessoas com as necessidades especiais, tanto pela necessidade de implementação e auxílio de novas lógicas e tecnologias (deficiências físicas e sensoriais) como de repensar metas centrais da escola (deficiências intelectuais).

Disciplina

2261-1 Educação Especial / Inclusiva e Epilepsia: Possibilidades, Avanços , Desafios

EMENTA

A disciplina propõe-se a analisar alguns dos elementos que circunscrevem (tanto limitam e se contrapõem, como promovem e favorecem) o desenvolvimento de uma Educação Inclusiva com qualidade às crianças e aos jovens com epilepsia. A busca será entender quais aspectos levam ao que hoje se verifica: baixo acesso, tempo curtíssimo de permanência, alta evasão, freqüente encaminhamento dessas crianças à educação especializada e não certificação daqueles alunos. Espera-se, através de material da literatura nacional, além de material de pesquisa do docente e seu grupo de pesquisa, levantar pontos de debate para aprofundar questões históricas, culturais, éticas e políticas que envolvem esse processo. A proposição da disciplina se coloca pela necessidade de se pensar a educação e uma educação inclusiva de qualidade de crianças e jovens com epilepsia, que não apenas inclua, mas inclua com qualidade e garanta não só a permanência como a sua certificação. Para isso, todo um escopo de discussão e formação se faz necessário. 1 - História da Educação Especial (EE) e Inclusiva (EI), no Brasil; 2 - Legislações, declarações e diretrizes nacionais e internacionais; 3 - A situação contemporânea da EE e EI no país; 4 - Definindo pessoas com necessidades especiais: aspectos biológicos e sociais; 5 - A criança/jovem com epilepsia;

Objetivo

O objetivo será discutir o campo da Educação Especial e Inclusiva, esta última regulamentada na Constituição Federal de 1988 e reforçada pela LDB/96. O que se verifica é que, apesar das regulamentações legais, o processo de educação inclusiva se depara com uma série de contradições e conflitos, resultando no que se pode denominar de dialética inclusão/exclusão ou "inclusão perversa" do aluno com necessidades especiais. A meta será compreender a rede de elementos que circunscrevem os embates e limites, assim como aqueles que promovem avanços de qualidade nesse processo, pontuando os desafios que estão colocados à área. Dentre as várias frentes de necessidades especiais possíveis para a análise desse processo educacional, foco será dado em crianças e jovens com epilepsia que participam do sistema de ensino tanto regular, como especializado.

Índice de vídeos da disciplina

  1. Apresentação
  2. Ética e valores na ação educativa
  3. Ética e Saúde a escola
  4. Crianças e jovens com necessidades educativas especiais: dialética inclusão / exclusão
  5. Contradições na história e história da educação especial
  6. Legislações, declarações e diretrizes OU Legislação como instrumento de inclusão
  7. Como vem sendo organizada a educação especial no país
  8. Dados da Educação especial no país
  9. Trajetórias escolares de pessoas com deficiência e a EJA
  10. O todo pela parte: a questão do estigma
  11. A complexidade no estudo dos processos de desenvolvimento humano
  12. Desenvolvimento e educação de pessoas com necessidades educativas especiais
  13. Modelos de ensino: das concepções docentes às práticas
  14. O professor não pode estar só – parte I
  15. O professor não pode estar só – parte II
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