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Julio Assis Simoes

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Amizades, "famílias de escolha" e outras experimentações decorrentes de relacionamentos e sociabilidades não-heterossexuais.
Sexualidade e gênero em contextos etnográficos ameríndios (Caribe e América do Sul, conforme pesquisas recentes.
Sexualidade e gênero na antropologia clássica: uma retomada crítica (I2)alguns exemplos etnográficos sobre "diversidade sexual e de gênero"
A leitura de Santo Agostinho por Foucault: a problematização histórica da "carne" e a ética cristã do casamento
O parentesco é sempre tido como heterossexual? - Incesto e Aliança, teoria da troca, "circulação e mulheres" e a crítica feminista: Wittig, Rubin - O debate em torno do casamento entre pessoas do mesmo sexo e da "homoparentalidade" na virada do século XXI
Diversidade sexual e de gênero. Estudos de homossexualidade no Brasil no ultimo quarto do século XX: identidade, política, diferença. - tempo, classe e região na construção da homossexualidade - a identidade homossexual e seus críticos: territorialidades e tensores libidinais - sistemas de entendimento de gênero e sexualidade
- Estudos de “subculturas sexuais”. - O problema da "identidade sexual": Rotulação, estigma, fluidez - Genero e sexualidade como "performances" - Passing"
- Modelos de análise antropológica da sexualidade: "influência cultural" e "construção cultural". - A tensão indivíduo / cultura ou indivíduo /sociedade nos modelos clássicos. - A sexualidade como "construto histórico" e "produção discursiva".
Sessões 10 e 11 – 9 e 16/12 TSING, Anna Lowenhaupt. Viver nas ruínas: paisagens multiespécies no Antropoceno. Brasília: IEB Mil Folhas, 2019. Apresentação dos editoras. Prefácio. Interlúdio- Contaminação. Cap. 1 “Dançando na floresta de cogumelos; 2 “Arte da inclusão, ou como amar um cogumelo”; Cap. 3 “Strathern além dos humanos: testemunhos de um esporo”; Interdlúdo- Ocupe as ruínas. Cap. 4 “Em meio à perturbação: simbiose, coordenação, história e paisagem.”; Cap. 5 “Socialidade mais que humana: um chamado para a descrição crítica; Cap. 6 “Quando as coisas que estudamos respondem entre si: Ferramentas para desempacota o “material”; Cap. 8 “Terra perseguida pelo homem”. HARAWAY, Donna. “Antropoceno, Capitaloceno, Plantationoceno, Chthuluceno: fazendo parentes.” ClimaCom Cultura Científica - pesquisa, jornalismo e arte Ι Ano 3 - N. 5 / Abril de 2016. HORNBORG, Alf Dithering while the planet burns: Anthropologists’ approaches to the Anthropocene. Reviews in Anthropology, 46:2-3, 61-77, 2017,
Sessões 10 e 11 – 9 e 16/12 TSING, Anna Lowenhaupt. Viver nas ruínas: paisagens multiespécies no Antropoceno. Brasília: IEB Mil Folhas, 2019. Apresentação dos editoras. Prefácio. Interlúdio- Contaminação. Cap. 1 “Dançando na floresta de cogumelos; 2 “Arte da inclusão, ou como amar um cogumelo”; Cap. 3 “Strathern além dos humanos: testemunhos de um esporo”; Interdlúdo- Ocupe as ruínas. Cap. 4 “Em meio à perturbação: simbiose, coordenação, história e paisagem.”; Cap. 5 “Socialidade mais que humana: um chamado para a descrição crítica; Cap. 6 “Quando as coisas que estudamos respondem entre si: Ferramentas para desempacota o “material”; Cap. 8 “Terra perseguida pelo homem”. HARAWAY, Donna. “Antropoceno, Capitaloceno, Plantationoceno, Chthuluceno: fazendo parentes.” ClimaCom Cultura Científica - pesquisa, jornalismo e arte Ι Ano 3 - N. 5 / Abril de 2016. HORNBORG, Alf Dithering while the planet burns: Anthropologists’ approaches to the Anthropocene. Reviews in Anthropology, 46:2-3, 61-77, 2017,
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