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Ciências Sociais

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Disciplinas

Possibilitar aos alunos ingressantes no curso de Ciências Sociais uma formação básica e introdutória em Antropologia Social, estabelecendo perspectivas para o aprofundamento de certos instrumentos conceituais, teóricos e metodológicos pertinentes à reflexão antropológica. Possibilitar aos alunos, futuros professores, o conhecimento, reflexão e apresentação de conceitos centrais da antropologia como cultura, etnocentrismo, relativismo cultural, diversidade cultural.
Este curso busca trilhar o caminho que Habermas percorreu na “Teoria da Ação
Comunicativa” (TAC) para construir o conceito de ação comunicativa. Pretende-se abordar
mais especificamente as questões fundamentais do item “III: Primeira consideração
intermediária: agir social, atividade teleológica e comunicação” da TAC.
Propiciar a reflexão teórica e metodológica sobre conceitos fundamentais da antropologia social britânica e do culturalismo norte-americano (fases clássicas). Debater como as teorias clássicas se relacionam com as temáticas da diversidade cultural, das relações raciais e do racismo, e das diversidades religiosas no ambiente da sociedade e no contexto escolar. Explorar questões, conteúdos e materiais (textos de divulgação, filmes – documentários e ficções –, ensaios fotográficos, reportagens, acervo disponível no Laboratório de Imagem e Som de Antropologia – LISA) relacionados ao curso, de forma a instrumentalizá-los na capacitação dos alunos para a docência.
O curso pretende oferecer uma introdução aos estudos do mito e da mitologia a partir de uma perspectiva antropológica. Serão realizadas leituras de textos clássicos da antropologia e de áreas afins (estudos da religião, filosofia, sociologia, história, literatura, linguística) que contribuam para a problematização crítica das noções de “mito” e de “mitologia”, tendo em vista o estudo de regimes narrativos de pensamento fornecidos pela etnografia. Pretende-se abordar os aspectos centrais envolvidos na noção de mito (tais como a composição em performance, as tradições orais, o problema da tradução e da relação com a escrita, o contraste com a história e a filosofia, as relações estruturais e os modos de transformação), bem como selecionar determinados conjuntos de narrativas e de estudos etnográficos que tratem do assunto de maneira mais específica. Busca-se, assim, delinear os contornos possíveis de outros regimes de pensamento narrativo e de suas respectivas configurações ontológicas.
Discutir as possibilidades analíticas da Antropologia das Formas Expressivas, no campo das Artes, Teatro, Cinema e Fotografia.
Este curso busca trilhar o caminho que Habermas percorreu na “Teoria da Ação Comunicativa”
(TAC) para provar a existência de uma ação comunicativa.
Pretende-se abordar mais especificamente as questões fundamentais do item “III: Primeira
consideração intermediária: agir social, atividade teleológica e comunicação”.
A partir da leitura apresentar as possíveis interfaces com a Participação Política em Habermas,
utilizando como fio condutor a Mudança Estrutural da Esfera Pública.
A disciplina apresenta alguns conceitos macroeconômicos fundamentais, mensuração de agregados e aplicações para a economia brasileira. Visa dar ao aluno uma primeira abordagem dos aspectos fundamentais da realidade econômica brasileira.
Analisar o esporte e o lazer pelo campo da sociologia; Estudar teóricos de referência na área da sociologia do Esporte e do Lazer; Interpretar o fenômeno esportivo e as suas manifestações na sociedade contemporânea; Promover uma visão crítica da sociologia do Esporte e do Lazer a partir de sua evolução histórica e autores de referência.
Esta disciplina tem por objetivo abordar temáticas presentes, mas em parte resistentes às análises antropológicas como a emoção e a moral. O foco deste curso incidirá sobre a dimensão micro-politica da emoção, dos sentimentos e da moral na (re)construção do tecido social, especialmente em contextos sociais expostos a um tipo de violência reconhecida “sob o signo do horror”, como o Apartheid, por exemplo. Neste sentido, dor, ressentimento, perdão e reconciliação, compaixão e desprezo serão explorados e analisados tanto da forma como ecoam nas relações pessoais e nas negociações cotidianas (na domesticação ou não da violência e do racismo, por exemplo) quanto nos eventos políticos mais amplos (desde revoltas populares às comissões de verdade).
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